Era um tempo comum
Tempo pra nada
De cafés na cozinha
de galo de madrugada.
Aromas de frutas
Verdes pomares
Saudades de infância
Doces gostares.
Cheiro incontido
de futuro por vir
Cheiro de amanhã
vida a sorrir.
Passado. Infância.
Saudade. Lembrança.
Memórias de criança.
O que há de palpável em minha emoção? Sei dos versos que me torna humana. Sei das dores que me faz insana. Nada além... Meu sentimento jorra poesia que grita pra sobreviver Nesse parto sombrio que é a alma contra a calma a arma contra o carma o lúdico no cio. E quem me garante que o que escrevo seja arte? Talvez seja parte de uma farsa, Uma falsa modéstia Uma insana moléstia que me faz sentir gente. Demente. Mas, não menos gente.
quarta-feira, novembro 28, 2007
terça-feira, novembro 27, 2007
Houve um tempo em que eu acreditava
em tudo e em todos.
Hoje não acredito em todos.
Porque me consumiram a ingenuidade.
Não que seja de todo ruim.
Mas, é esquisito saber-se caminhando
faltando um pedaço da gente.
Mesmo porque, somos inteiros
quando somos nós mesmos,
como somos.
Estranhando meu papo bobo,né?
Sou eu, voltando à sanidade de outrora..rs..
Ah! Antes que eu me esqueça, um "tiquinho" de Cecilia Meireles procês:
"Entre mim e mim há vastidões
bastantes para a navegação dos meus
desejos afligidos."
em tudo e em todos.
Hoje não acredito em todos.
Porque me consumiram a ingenuidade.
Não que seja de todo ruim.
Mas, é esquisito saber-se caminhando
faltando um pedaço da gente.
Mesmo porque, somos inteiros
quando somos nós mesmos,
como somos.
Estranhando meu papo bobo,né?
Sou eu, voltando à sanidade de outrora..rs..
Ah! Antes que eu me esqueça, um "tiquinho" de Cecilia Meireles procês:
"Entre mim e mim há vastidões
bastantes para a navegação dos meus
desejos afligidos."
segunda-feira, novembro 26, 2007
"Toda manhã, na África, uma gazela acorda.
Ela deve correr que o mais rápido leão ou será morta.
Toda manhã, um leão acorda.
Ele sabe que deve correr atrás da gazela mais vagarosa
ou morrerá de fome.
Não importa se você é leão ou gazela.
Quando o sol nasce, é melhor você estar correndo."
*** É por essas e outras que às seis da manhã já não sei o que é cama...***
domingo, novembro 25, 2007
Tempo
Enfim, cá estou!
Não me pergunte disso
o por quê.
Só como estou.
E estou bem.
E nos basta!
Fim de ano.
Tempo voa.
E urge.
E aprendi muito
com muitas coisas.
Mudanças houveram.
Mudei meus cabelos,
meu endereço,
e minhas idéias.
Mudança de atitude.
Porque se faz preciso.
Mudança de caminho,
porque a estrada da vida
é assim...
Espero muitíssimo viver
muito pra colher os louros
disso aqui...(risos)...
Não me pergunte disso
o por quê.
Só como estou.
E estou bem.
E nos basta!
Fim de ano.
Tempo voa.
E urge.
E aprendi muito
com muitas coisas.
Mudanças houveram.
Mudei meus cabelos,
meu endereço,
e minhas idéias.
Mudança de atitude.
Porque se faz preciso.
Mudança de caminho,
porque a estrada da vida
é assim...
Espero muitíssimo viver
muito pra colher os louros
disso aqui...(risos)...
quinta-feira, setembro 13, 2007
segunda-feira, setembro 10, 2007
domingo, setembro 09, 2007
Há felicidade maior no mundo que essa que sinto agora?
Decerto amanhã, quando vir aqui de novo, e ao olhar essa foto, fazer a mesma constatação de hoje: Deus!! Como é bom viver isso!!!
Obrigada, meu Pai, pelas coisas lindas que me deste, e por tudo que veio junto.. Riso, choro, barulho, tempestade e a deliciosa bonança e sua quietude....
Amém!!!
Confusão de fim de mundo!
Meu Deus,
Que fazer com essa sensação
de que o mundo, no fundo, não tem tampa?
Que fazer com essa sensação
de que o mundo, no fundo, não tem tampa?
segunda-feira, agosto 13, 2007
Falta de assunto
"Falta-me algo.
O assunto.
O ponto.
Falta-me algo.
Sem plágio.
O conto.
E nesse desassossego
é que vivo.
Sem o que dizer,
nem o que contar.
Sim, pois,
falta-me algo:
O conto!"
O assunto.
O ponto.
Falta-me algo.
Sem plágio.
O conto.
E nesse desassossego
é que vivo.
Sem o que dizer,
nem o que contar.
Sim, pois,
falta-me algo:
O conto!"
A volta
"E eis que chega a hora
de vir embora pra casa.
Sem nada nos bolsos,
sem nada.
Apenas a certeza do existir,
essa certeza ferrenha
de que é preciso acreditar
que amanhã vai ter sol
e só rir!"
de vir embora pra casa.
Sem nada nos bolsos,
sem nada.
Apenas a certeza do existir,
essa certeza ferrenha
de que é preciso acreditar
que amanhã vai ter sol
e só rir!"
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