Nada como o bom e velho tempo...
Pra ajeitar a alma,
pra nos dar calma e paz.
Essa paz de que tantos falam
e poucos vivem.
Aqui estamos nós,
em pleno agosto
cheios de fé
de que amanhã teremos sol.
Amém,né, Biel?
O que há de palpável em minha emoção? Sei dos versos que me torna humana. Sei das dores que me faz insana. Nada além... Meu sentimento jorra poesia que grita pra sobreviver Nesse parto sombrio que é a alma contra a calma a arma contra o carma o lúdico no cio. E quem me garante que o que escrevo seja arte? Talvez seja parte de uma farsa, Uma falsa modéstia Uma insana moléstia que me faz sentir gente. Demente. Mas, não menos gente.
Nada como o bom e velho tempo...
Pra ajeitar a alma,
pra nos dar calma e paz.
Essa paz de que tantos falam
e poucos vivem.
Aqui estamos nós,
em pleno agosto
cheios de fé
de que amanhã teremos sol.
Amém,né, Biel?


No mundo encantado de ser mãe, descobrimo-nos suficientemente fortes pra vencermos os percalços e impecilhos todos da corrida contra o tempo na rotina diária. E ainda achamos tempo pra chorar quando recebemos essa coisa linda aí: O Primeiro cartão que meu filho me escreve... Único. Inconfudível. Eterno. Feito o amor que sinto agora...
Cecilia é uma garota linda, de olhos pretíssimos e espertos. Há quem diga que Ceci (como a chamamos) valha por duas. Ainda não sei bem porquê (risos). Mas, ao que parece, esse ex-sabonete LUX da foto sabe. Pena que ele não queira se pronunciar sobre o assunto, né, sabonete? Hello, all! Descobri, quase sem querer (Que é como se descobrem todas as melhores coisas do mundo), a versão masculina de Grace and Franki...