"Não quero a poesia
dentro de mim.
Quero-a exposta
feito minha cara torta
que, mesmo não estando pronta,
aqui se encontra,
dando-se a tapas
e arranhões.
Não quero a poesia
pro delírio apenas.
Quero-a pro gozo
e o desespero.
Quero-a pro consumo
e pro desmazelo.
Quero-a pra morte
e pra toda sorte
que a ela convir."
O que há de palpável em minha emoção? Sei dos versos que me torna humana. Sei das dores que me faz insana. Nada além... Meu sentimento jorra poesia que grita pra sobreviver Nesse parto sombrio que é a alma contra a calma a arma contra o carma o lúdico no cio. E quem me garante que o que escrevo seja arte? Talvez seja parte de uma farsa, Uma falsa modéstia Uma insana moléstia que me faz sentir gente. Demente. Mas, não menos gente.
terça-feira, abril 11, 2006
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Descoberta!!
Hello, all! Descobri, quase sem querer (Que é como se descobrem todas as melhores coisas do mundo), a versão masculina de Grace and Franki...
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Hello, all! Descobri, quase sem querer (Que é como se descobrem todas as melhores coisas do mundo), a versão masculina de Grace and Franki...
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... E depois de tanto tempo eu encontrei você! Marisa Monte malcriadamente me cantando coisas. E eu respondo: _ Eu volteeeeeii, ...
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